Serve para vos dizer coisas que ainda não tinha dito.
Então cá vai...
:)
Gosto imenso de vocês para pensar o que quer que seja quando estou convosco. Simplesmente passo muito pouco tempo com vocês e, por isso, o tempo em que estamos juntos eu tento-o aproveitar ao máximo.
O outro post (que falava sobre a minha ida e da marijuana a Lisboa) referiu em demasia o facto de não terem estado todos presentes até ao final. Porque simplesmente não me deram a oportunidade de partilhar toda a felicidade que até ali estava a viver..Pois tinha adorado o jantar e a vossa companhia e queria que isso tivesse durado mais umas horitas..Só isso.
Não quero que um estúpido post escrito em 5 min. vos faça desaparecer. Porque eu não fiquei insatisfeita com tudo o que fizeram eu só fui egoísta porque vos queria mais um tempinho só para mim..
E, aproveito este balanço, para agradecer, mais uma vez, ao pessoal da casa onde foi realizado o jantar.
:)
Esta confusão serviu para eu ver, pelo menos, duas coisas:
1) Ter cuidado com as palavras e com o tom que nelas se coloca, pois podem existir várias interpretações para uma mesma coisa.
2) Eu estou longe de vocês; o tempo em que estamos reunidos é pouco. E, por isso, deve ser aproveitado como deve de ser.
E todos nós vamos mudando pois as circunstâncias da vida contribuem para isso. E ainda bem que estas mudanças acontecem. É o que nos torna seres humanos mais únicos.
Mas isso não me faz esquecer-vos ;D
***

E agora faço das palavras escritas de Pessoa as minhas:
"(...)Não me conformo com a idéia de escrever; queria fallar-te, ter-te ao pé de mim, não ser necessário mandar-te cartas. As cartas são signais de separação - signais, pelo menos, pela necessidade de as escrevermos, de que estamos affastados.(...)"
PESSOA, Fernando; Cartas de Amor a Ophélia Queiroz; Ática
Estes e outros correios que ainda não tinham sido ditos, só aqui, no Correio de Coimbra
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